“Apesar de composta por muçulmanos, a organização de Osama bin Laden nunca contou com muita simpatia no mundo islâmico, seja árabe ou não. O Irã, que é persa, sempre considerou a Al-Qaeda um inimigo, especialmente porque Teerã segue a corrente xiita do islamismo, enquanto a rede terrorista é sunita e adota, dentro do sunismo, uma vertente radical denominada wahabismo.
Saddam Hussein, um secular que incluía cristãos em seu governo, também temia o radicalismo religioso da Al-Qaeda. O mesmo valia para Yasser Arafat, casado com uma cristã e assessorado por muitos não-muçulmanos. A Arábia Saudita, apesar de conservadora, preferiu priorizar suas relações com os EUA e entrou em choque com os seguidores de Bin Laden na Guerra do Golfo.”
Excelente matéria (mais uma) do Gustavo Chacra, no Estadão, AQUI.ou AQUI



on Jan 11th, 2010 at 12:18
Leo, o AQUI não tá apontando pra nada.
– Abraços
on Jan 11th, 2010 at 16:03
Ops, corrigi, Leonardo!