Sobre
Sergio Leo nasceu no Rio, em 1963, mas os pais dele o levaram para Fortaleza quando era criancinha, e ele só voltou já adolescente, para, pouco depois de se formar jornalista, pela ECO-UFRJ, em 1983, emigrar a BrasÃlia, onde se aculturou, estabeleceu-se mas continuou honesto. É especialista em Relações Internacionais pela UnB.
Foi redator na Ciência Hoje, pauteiro na Manchete, repórter na IstoÉ e diretor de sucursal na IstoÉ Dinheiro. Fez artigos na revista argentina NotÃcias. Foi repórter especial no Globo, Folha e TV Globo. Coordenador de Economia no JB. Editor regional da sucursal BrasÃlia no Estadão. É repórter especial e colunista no jornal Valor (que, ressalve-se, nada tem a ver com este blogue).
Ainda no Rio, cobriu, pelo Globo, o primeiro Rock in Rio, onde ganhou um LP autografado do Ozzy Osborne que acabou dando de presente ao sobrinho de seu padrinho de casamento. Cobriu o primeiro festival de Cinema e VÃdeo do Rio, no qual quse não teve tempo de ver filme nenhum.
Já em BrasÃlia, acompanhou viagens dos presidentes Sarney, Collor, FHC e Lula. Participou da cobertura da Conferência ONU para o Desenvolvimento e Meio Ambiente, no Rio (Eco-92) e da cúpula para o Desenvolvimento Sustentável, em Joanesburgo. Cobriu reuniões de cúpula do Mercosul e das negociações da Alca, reuniões do BID, FMI e Banco Mundial, em Washington, Madri e Hong Kong, da OMC em Seattle, Cancún e Hong Kong, as duas primeiras versões do Fórum Social Mundial, em Porto Alegre e as reuniões do Fórum Econômico Mundial em Davos, Cancún, Santiago e Rio.
Já deu palestras na Universidad Três de Febrero, em Buenos Aires, no Instituto Rio Branco, em BrasÃlia, e no Cebri, no Rio; foi professor de Jornalismo no Uniceub e de Jornalismo Econômico no curso de Extensão em Jornalismo Econômico, no Núcleo de Pesquisas em PolÃticas Públicas da Universidade de BrasÃlia.
Com o livro de contos “Mentiras do Rio”, ganhou o Prêmio Sesc de Literatura 2008.
Aprendeu desenho e pintura com Guilherme Costa Manso, fez o curso Procedência e Propriedade, com Charles Watson e oficina de Xilogravura com Rubem Grilo. É mau percussionista, clarinetista hediondo e pavoroso no violão.


